quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

ALUNOS VISITAM A SALA DE EXPOSIÇÕES


ALUNOS DAS TURMAS DO MATUTINO E VESPERTINO DO NA SALA DE EXPOSIÇÕES DO PROJETO
Redescobrindo a cidade.

Os alunos da escola de todas as turmas, na semana seguinte a da Feira do Livro, fizeram uma visita na sala do Projeto Redescobrindo a cidade, para apreciarem os trabalhos. A partir das observações dos trabalhos Produzidos os alunos elaboraram um texto de análise crítica e auto-avaliação. Esta atividade tem como objetivo uma avaliação geral do projeto.



Análise Crítica do Projeto Redescobrindo a Cidade.

Beatriz Fabiana Mossmann

Desde o início do ano, os alunos do ensino médio vêm realizando um projeto que visa ampliar conhecimentos sobre nosso município. Colocamos em prática a idéia de reunir todos os aspectos com um único propósito: redescobrir a cidade de Ipira!
Os trabalhos compreenderam uma análise geral do município. Pesquisamos as principais características, utilizando-nos da geografia da cidade, da cultura, da fundação de estabelecimentos e projetos até hoje realizados e principalmente, comparando com as histórias e depoimentos de pessoas que viveram desde o início da colonização, até os dias mais recentes. As conversas com as pessoas mais velhas foram muito gratificantes. É de suma importância ouvir os moradores mais antigos que podem contribuir, debatendo e dando opinião crítica sobre os conflitos gerados entre as idéias, contaram fatos e acontecimentos verídicos, e pessoais do passado, tal conteúdo não citado na história oficial de Ipira.
E na sala de exposição pudemos apreciar um pouco dos trabalhos desenvolvidos. Várias maquetes foram construídas, onde a opinião em relação à cidade foi expressa, com projeções dos locais observados e com opiniões de melhorias. Também foi feita uma pesquisa sobre a geologia local, sobre a vegetação que é bastante ampla e variada. Nós, entrevistadores, relatamos a vida de dona Arnalda Ritter e seu Edgar Wolfarth, que fizeram parte da construção de nosso município. Essas histórias foram expostas em slides, acompanhando fotos e gravações feita na casa dos entrevistados. Foi um aprendizado extraordinário e divertido, pois realizar um trabalho onde existe um contato pessoal com a história, de forma viva, é muito mais emocionante que contar fatos com leituras, superficialidades ou de depoimentos de pessoas que não viveram na época.
Ipira pode ser considerada uma cidade rural, desde o principio. Quanto ao turismo, em atrativo natural no perímetro urbano, há a cascata da usina. Sou moradora aqui desde que nasci, e me orgulho disso. Achei esse trabalho muito proveitoso, pois despertou nossa curiosidade sobre nossa cidade e contribuiu para um conhecimento mais aprofundado, o que já sabíamos, e no descobrimento de coisas novas.

Análise Crítica do Projeto Redescobrindo a Cidade.

Angélica K. Borsatti

No início do ano letivo de 2008, nós alunos do ensino médio, juntamente com a professora Raquel Marmentini, iniciamos o Projeto Redescobrindo a Cidade de Ipira. Com o intuito de conhecer mais sobre o município onde moramos, iniciamos o projeto com muita vontade de alcançar nossos objetivos, que eram muitos, em vários aspectos. Conhecer a fauna e a flora, as histórias contadas pelas pessoas idosas, que viram o município se desenvolver, a vegetação nativa, a geologia... Além de obtermos mais conhecimento, também estaríamos expondo os trabalhos aos ipirenses e aos visitantes em uma exposição.
Todos os trabalhos foram concluídos para serem expostos na Feira do Livro. Ficou lindo!!! As maquetes, as histórias - do Portal, do município, do Kerb-, o acontecimento das festividades típicas, a economia-tanto urbana quanto rural, o sindicato dos trabalhadores rurais, a secretaria municipal de saúde, o potencial turístico, e a história da cascata da usina - que nem eu sabia que antigamente existia uma pequena usina na cascata. O projeto “Anjos da Praça” ficou bem legal, as maquetes ficaram bem realistas e os alunos soltaram a imaginação na confecção das mesmas.
No meu ponto de vista, a organização estava nota dez, tudo ajeitado e organizado para receber os visitantes. Adorei os vídeos, as apresentações em PowerPoint - sinônimo de elegância. Com certeza há pontos positivos, e novas idéias já surgiram em relação ao projeto, por exemplo, identificação nas maquetes expostos, - “Matematizando um cemitério”, e nas sugestões que idealizavam a praça Geraldo Clemente Dieckmann. E para uma nova oportunidade fica a idéia de dar mais vida à cascata da usina que está abandonada, esquecida.
De modo geral, talvez eu pudesse ter me dedicado mais ao trabalho, ou talvez se eu tivesse escolhido outra tarefa, talvez pudesse ter pesquisado mais, buscado idéias, mas até então fiz o que estava ao meu alcance. E a todos nós “Parabéns” pelo belíssimo trabalho realizado e que possamos continuá-lo no ano que vem!!!

domingo, 21 de setembro de 2008

Fábrica de Embutidos Kirst


A aluna Lilian, da Escola de Educação Básica Carlos Fries, realizou uma pesquisa sobre a Fábrica de Embutidos Kirst, situada na Rua XV de Agosto, próxima a Rodoviária Municipal. Esta pesquisa objetivava Obter informações a respeito desta propriedade, desde sua construção até aos Proprietários. Para tanto, uma aluna visitou o Mercado e Açougue Kirst que é propriedade dos donos da Fábrica, no mês de Junho para uma Aplicação de um questionário, um modo de adquirir informações deste. Quem respondeu o questionário foi o Rogério e sua esposa Solange, sócios um dos Proprietários.
Tudo começou Devido ao fato do senhor Nelson Kirst, Possuir um mercado e açougue há 17 anos aqui na cidade Ipirá, e por já trabalhar nesse ramo, desta forma, ele, junto com sua família resolveram ampliar os negócios. Para tanto, fizeram uma reunião familiar de modo a decidir de que maneira fariam. Entre as idéias Estavam uma construção de um Abatedouro ou uma Fábrica de Embutidos. Sendo então optado por montar uma Fábrica de Embutidos.
Partindo para uma execução do projeto, compraram um terreno de 2.000 mil m² na Rua XV de Agosto. No ano de 2000 começou um ser construída uma fábrica, abrangendo 300 m² de construção. Está registrada sem nome de Rogério Kirst e Rafael Kirst, em sociedade. O Contrato Social da Empresa foi registrado dia 02 de Janeiro de 2001. No ano de 2002 uma fábrica estava pronta, com um Utilização de Recursos Próprios da Família. Ela Possui todas as máquinas NECESSÁRIAS à fabricação de embutidos, diminuindo o trabalho manual, eo número de funcionários.
Para a fábrica começar a funcionar foi preciso pedir uma autorização para um FATMA, CIDASC, CRMV (Conselho Regional de Medicina e Veterinária), para a Prefeitura e Vigilância Sanitária.
Também foi preciso contratar um Médico Veterinário responsável pela empresa. A Fábrica Possui SIE (Serviço de Inspeção Estadual), ou seja, pode vender seus produtos no estado inteiro de Santa Catarina. Os Sócios Proprietários, Rogério eo Rafael, fizeram Cursos Profissionalizantes de Processamento de Carne Suína, na cidade de Rio do Sul - Santa Catarina.
Além de todo o processo de liberação, pela Necessidade de profissionais capacitados e adequação às Exigências dos Órgãos Responsáveis, foi preciso buscar material também para uma identificação dos produtos sem rótulo.
As carnes Para a fabricação dos produtos eram do sítio da família ou compradas dos colonos e mandadas para o Abatedouro do Felipão, localizado nesta cidade. Ou era comprada de fora de Frigoríficos e já vinha pronta, desossada para o uso.
No ano de 2003 ainda era uma fábrica da família Posse. Quem trabalhava era o pai, Nelson, senhor Rogério e os filhos Rafael e mais três funcionários. Eram fabricados salame, lingüiça, lingüicinha, Banha, tripa grossa, recheada tripa e copa. Eram vendidos os produtos no Meio Oeste Catarinense, de Concórdia uma Campos Novos. O produto que mais vendia era salame em Ipirá e lingüiça era nos demais municípios.
No ano de 2004 a fábrica foi alugada, pois dava muitas despesas. De 2004 a 2005 foi alugado para gederson Longo, seu pai eo irmão Geraldo Longo Gelvio Longo. De 2006 a 2007 foi alugado para Gilmar Santia. Mas no dia 01 de Dezembro de 2006, foi interditada, pois ele vendia Fiscalização sem carne. E por esse motivo já faz um ano e meio que uma fábrica está sem funcionar, porque precisa terminar o contrato de locação para voltar o seu Funcionamento normalmente. Até o final desse ano de 2008, a família Kirst Pretende reabrir uma fábrica.
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PARA ENTENDER O BRASIL, MÚSICAS BRASILEIRAS.

Nas turmas da terceira série do ensino médio "O Brasil" é o foco dos estudos. Para motivar e dar início ao ano letivo, uma boa ideia é utilizar algumas músicas, de artistas brasileiros, em seus mais variados estilos.

Antes de rodar as músicas é importante explicar o método de trabalho.

1 - Enquanto os alunos escutam as músicas precisam anotar, em seu caderno, palavras que lhes chamem a atenção.

2 - Após ouvirem todas as músicas a professora fomenta uma discussão sobre o tema, e faz questionamentos sobre as letras das músicas.

3- Após esse diálogo os alunos retiram os subsídios para sua produção textual - gênero livre.

4 - Os alunos escrevem seus textos em folha individual para ser avaliado pela professora.

5 - Após avaliação as produções selecionadas são digitadas e postadas neste espaço.



CONFIRA A SENSIBILIDADE E A DIVERSIDADE CULTURAL BRASILEIRA: